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Gripe felina: conheça tudo sobre a doença!

A estação mais fria vem chegando e, com ela, o medo das temidas gripes. Por esse motivo, os pais e as mães de pets também devem ficar atentos, já que a gripe felina é uma das doenças mais comuns entre os bichanos.

Apesar de apresentar sintomas semelhantes a um resfriado, é necessário prestar atenção, já que tal enfermidade provoca desconforto e riscos a nossos amigos peludos. Para aprender a proteger seu animalzinho, continue lendo. Consultamos especialistas que tiraram todas as dúvidas sobre o assunto.

Conheça a gripe felina

Apesar de ser uma doença bastante conhecida, há muitas dúvidas sobre a gripe felina. Afinal, o que é esse problema? O Dr. Bruno Saito, médico-veterinário da Petz, explica que chamamos de gripe toda enfermidade que ataca o sistema respiratório, gerando alguns sintomas comuns. 

Assim, ela pode ter diferentes origens, dependendo do agente causador. Entretanto, geralmente, o termo está associado à rinotraqueíte, uma condição perigosa para os bichanos, conhecida por ser extremamente contagiosa. 

Os sintomas podem até ser parecidos, mas não devemos confundir com os resfriados que atacam os humanos. O veterinário afirma que as causas são bem diferentes, e é necessário prestar atenção a fim de não subestimar essa doença.

Descubra as causas da gripe felina

Como diferentes fatores podem levar o bichano a ter problemas respiratórios, as causas de gato com gripe também podem variar. A rinotraqueíte, problema mais associado ao resfriado em peludos, é originada a partir de três agentes principais. 

  • Herpesvírus Felino: um vírus muito contagioso, também chamado de HVF;  
  • Calicivírus Felino: também um vírus com alta capacidade de contágio, conhecido como CVF,
  • Chamydophila felis: uma bactéria que também causa rinotraqueíte em gatos, mas é mais rara. 

O bichano se contamina ao entrar em contato com um pet doente. Isso ocorre principalmente com gatos que saem à rua. É importante lembrar que a doença é muito contagiosa e qualquer contato com um bichano infectado pode ser suficiente para desenvolver a gripe em gatos

Entretanto, o Dr. Ítalo Oliveira, médico-veterinário da Petz, reforça que outras situações também podem levar o pet a problemas respiratórios, como uma simples rinite em felinos. Por isso, é fundamental buscar ajuda de um veterinário.

Fique por dentro dos sintomas de gripe em bichanos

Perceber um gato gripado não é difícil. O bichano frequentemente apresenta sinais relacionados a um resfriado comum, com problemas respiratórios e outras complicações. O Dr. Ítalo destaca que os sintomas de gripe em gatos mais comuns são:

  • tosse;
  • espirros;
  • secreções nasais;
  • secreções oculares;
  • febre;
  • perda de apetite,
  • apatia.

Em outras palavras, o gato fica com jeitinho de doente: desanimado, tossindo, podendo até mesmo apresentar febre. Entretanto, observar os sinais do seu amigo não é suficiente. Para um diagnóstico preciso, é fundamental consultar um veterinário.

Diagnóstico e tratamento 

O diagnóstico da gripe e o tratamento devem ocorrer por meio de uma consulta com um veterinário de confiança. O Dr. Bruno explica que o especialista analisa os sintomas e o histórico do bichano e, a partir dessas informações, pode concluir a causa da doença. 

É possível realizar alguns exames de sangue para identificar o vírus causador da rinotraqueíte. No entanto, o procedimento não é realizado com frequência. Já o tratamento, na maioria das vezes, consiste na chamada “terapia de suporte”. 

Isso significa que o tutor deve oferecer todas as condições para o peludo ter forças ao combater a doença. Para isso, alguns passos são necessários em busca da melhora no quadro de saúde do pet, inclusive o uso de remédios. 

  • Hidratação: ofereça sempre água fresca e limpa para seu peludinho;
  • Ração de qualidade: se você preferir, recomenda-se misturar ração úmida à ração seca para agradar o bichano e ainda estimular a hidratação,
  • Remédios de suporte: em alguns casos, pode-se recomendar remédio para gripe de gato e antibióticos a fim de combater infecções secundárias. Além disso, o suplemento alimentar pode ser uma boa ideia para alguns bichanos. Porém, essas medidas devem ser tomadas apenas com orientação médica. 

Com os cuidados acima, o bichano rapidamente estará forte e livre da gripe! O Dr. Bruno explica que a taxa de recuperação de gato gripado é extremamente alta. Entretanto, vale lembrar que, a partir desse momento, o gato se torna portador do vírus e pode contaminar outro pet caso entre em contato com ele.

Como prevenir a gripe felina?

A gripe pode trazer muito desconforto para nossos amigos. Além disso, ela é considerada uma das doenças mais contagiosas entre os pets! Por sorte, esse é um problema fácil de prevenir. 

O Dr. Bruno explica que a vacina para a rinotraqueíte está no calendário obrigatório dos bichanos. Ela faz parte da chamada vacina polivalente, também conhecida como V3 ou V4. “A vacina proporciona produção de anticorpo contra os principais agentes que causam morbidade em felinos”, ele comenta. 

Porém, é importante lembrar que, além da vacinação básica, é necessário aplicar os reforços para o organismo do peludo estar forte e preparado. Com uma nutrição adequada, exercícios frequentes e visitas regulares ao veterinário, o peludo mantém a imunidade elevada e pode combater a gripe felina sem problemas! 

Por fim, lembramos que, ao buscar um veterinário, é sempre recomendado escolher uma clínica de confiança, que pode acompanhar seu amigo por muitos anos. Assim, o especialista pode analisar o desenvolvimento do peludo e notar qualquer alteração no organismo dele rapidamente.

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Cães e gatos: saiba como introduzir um novo pet à família

Tempo de leitura: 4 minutos

Se você já é tutor de um cachorro e está pensando em adotar um bichano, mas sente-se inseguro em relação ao convívio entre cães e gatos.

cães e gatos

Afinal, essa insegurança é bastante justificável. Apresentar gato a um animal de outra espécie e ensiná-los a dividir um espaço pode não ser a tarefa mais fácil, porém nada que não se possa resolver com bastante paciência, planejamento e carinho! Por isso, acompanhe-nos nessa leitura.

Cães e gatos: um cenário incerto entre essa amizade

O primeiro contato será sempre uma incógnita. Assim como as pessoas, os pets demonstram uma enorme variedade de personalidades, hábitos e predisposições, tendo bons e maus dias. No entanto, tendem a reagir sem pensar e não possuem senso no que se refere ao sentimento dos outros.

Se já é difícil apresentar dois cachorros em alguns casos, conciliar animais de espécies diferentes pode ser ainda mais desafiador. Felizmente, com um pouco de cuidado e atenção, é possível aliar cães e gatos com o mínimo de estresse para todas as partes.

O primeiro encontro entre cães e gatos

Uma das formas mais efetivas de apresentar cão e gato pela primeira vez é fazer isso em um ambiente controlado. Não deixe ambos soltos e prontos para saírem correndo pela casa, por exemplo.

Isole um dos animais e permita que o outro circule livremente pelo ambiente, sentindo o cheiro do companheiro. Depois, inverta as posições e deixe que o pet isolado também circule e se acostume ao cheiro novo.

Durante o primeiro contato direto, deixe seu cachorro preso no canil ou atrás de um portão. Em seguida, permita que ele cheire o gato enquanto você o segura no colo.

Se for possível, conte com a ajuda de alguém para segurar um dos pets, enquanto você impede que o outro avance. Não economize em carinhos e incentivos quando os dois se comportarem bem.

Da mesma forma, também é importante repreendê-los moderadamente (sem gritar ou agredir, é claro) caso um dos dois avance, rosne ou qualquer coisa do tipo. Eles precisam entender até onde podem ir.

Vale destacar que esse processo pode levar alguns dias ou até semanas: é possível que o novo pet se dê bem rapidamente com o outro ou leve mais tempo para isso. Portanto, seja paciente! Cada animal possui tempo próprio, e é importante respeitar isso.

O processo de adaptação de cães e gatos

Como já dissemos, a adaptação pode levar algum tempo. Por isso, alguns cuidados são necessários. Não deixe cães e gatos juntos sem supervisão, pelo menos até eles estarem perfeitamente adaptados um ao outro.

Até atingir esse ponto, promova interações supervisionadas do cachorro com o gato novo. Considere manter o cão na coleira por um tempo, evitando que ele assuste o felino, e o processo se torne ainda mais complicado.

cães e gatos

Nunca aplique punições ao felino ou ao cachorro novo. Apenas repreenda quando um dos dois não estiver se comportando bem. Com paciência e carinho, seus pets irão se adaptar um ao outro. Inclusive, eles podem se tornar grandes amigos!

Dica: pode ser que o gato que chegou agora em casa se sinta mais confortável e seguro caso o cachorro não tenha acesso às tigelas de comida, água ou caixa de areia. Por isso, faça essa tentativa.

Uso de difusores

Outra dica para ajudar nesse primeiro encontro é usar difusores que liberam feromônios. Essa substância tem a capacidade de acalmar esses animais, favorecendo a boa relação entre eles.

Inclusive, no mercado especializado, você pode encontrar o difusor de feromônio específico para cachorro e gato. Nesse caso, você utilizaria os dois produtos, aumentando as chances de ter um ambiente compartilhado mais tranquilo.

Dê atenção igual aos dois pets

Esta sugestão é para não estimular a competição entre eles e, por consequência, o conflito. O ideal é que o carinho, as brincadeiras e os presentes, como petiscos e brinquedos, sejam destinados na mesma proporção, aos dois.

Porém, se um deles apresentar um nível maior de carência, não o repreenda. Atenda à demanda naturalmente, sem exageros. A indiferença pode ser um gatilho para brigas nesse caso.

Filhotes de cães e gatos

Filhotes são naturalmente mais curiosos, menos agressivos e possuem poucas manias. Então, use isso a seu favor! Muitas vezes, é muito mais fácil apresentar um filhote de cachorro a um gato adulto ou novinho.

Por fim, esteja ciente de que alguns pares desses dois pets simplesmente não serão compatíveis. Isso tem mais chances de acontecer com animais idosos ou cães que apresentam comportamento agressivo.

Ainda que isso seja difícil para você, pelo bem de todos, não force uma relação que não parece estar dando certo. Um tutor que se importa e presta atenção às necessidades dos pets reconhece essas situações.

cães e gatos

Conhecer mais a fundo o comportamento de cães e gatos também vai ajudar você nesse processo. 

FONTE: PETZ

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Olfato dos gatos: descubra porque ele é potente

olfato dos gatos é muito importante para os pets, pois os ajuda a entender o que está acontecendo ao redor. Então, é normal chegar da rua com sacolas e ver seu bichano cheirando e o que está ali dentro. 

Por trás do focinho de gato, há muita potência. Ele consegue perceber o cheiro que uma pessoa nunca notaria, descobrindo até informações sobre outros gatos, só de usar o órgão vomeronasal. 

Quer saber como tudo isso funciona? Então, leia mais sobre a função do olfato dos bichanos! 

O olfato dos gatos é muito potente

Além do sentido do olfato, os bichanos usam a visão, o paladar, o contato tátil e a audição para se comunicarem e interagirem com o meio. No entanto, em cada espécie, essas sensações atuam de uma forma.

Por que essa diferença acontece? Cada animal tem uma maneira de viver e sobreviver. Assim, os sentidos devem ser eficientes para a vida que ele leva, permitindo-o interagir com os demais seres da espécie. 

Vale lembrar que, quando um gato se esfrega ou “afofa” um objeto, ele deixa um cheiro ali. Nisso, ele comunica os outros gatos de que aquele território é dele. Como isso ocorre? O outro gato passa, sente o odor e sabe que um felino passou por lá. 

Isso já mostra como o faro do gato é importante na rotina de vida dele. Esse sentido também é muito potente. Se formos comparar o olfato do gato com o nosso, por exemplo, é possível dizer que o do pet é até 20 vezes mais potente que o dos humanos — incrível, não é?

Estruturas permitem que o olfato seja muito potente

O epitélio olfativo tem muito mais amplitude, o que dá um poder maior para as cavidades olfativas dos felinos. Ele ainda tem uma especialização a mais que o dos humanos: a presença do órgão vomeronasal, também chamado de órgão de Jacobson. Você já ouviu falar nisso?

Mesmo que você nunca leu nada sobre esse assunto, caso tenha um felino, provavelmente, já viu o pet usar o  órgão vomeronasal. Sabe quando os gatos cheiram muito um objeto ou um local e, na sequência, abrem a boca um pouco? Nesse momento, eles estão ousando o órgão vomeronasal.

olfato dos gatos

O ato de abrir a boca para usar o órgão vomeronasal recebe o nome de reflexo de Flehmen. O abrir da boca permite que o “cheiro” chegue a esse órgão especializado, que consegue identificar, de forma mais específica, o que foi cheirado. Ele está localizado, aproximadamente, atrás dos dentes incisivos.

É graças a ele que um gato macho consegue identificar se uma fêmea no cio passou por ali e fez xixi, por exemplo. O órgão vomeronasal ajuda nessa identificação, por isso é considerado de suma importância no acasalamento dos animais, principalmente no caso do gato feral. 

Glândulas odoríferas

O órgão vomeronasal também ajuda o animal a identificar as marcas deixadas pelas glândulas odoríferas de outros gatos, presentes nas patas, na cabeça, na bochecha, no queixo, na base da cauda e no rabo.

Cada lugar do corpo do gato deixa um cheiro característico daquela região. Então, sempre que o pet se esfrega pela casa ou até em você, está deixando o cheiro dele, marcando o território e avisando para os outros gatos que ele está por ali. 

Essa demarcação também é prazerosa para o gatinho. Assim, se você notar o seu pet se esfregando em algum lugar, saiba que ele está demarcando-o contentemente.

Remédio para gato na comida X olfato

Agora que você já sabe o quão apurado é o olfato dos gatos, fica mais fácil descobrir porque, ao colocar vermífugo ou qualquer medicamento misturado na comidinha, o pet não come o alimento, não é? Com os cães, isso funciona muito bem, mas, com os bichanos, é falha na certa.

O olfato dos gatos é apurado tanto para perceber a presença de uma presa ou de outro pet, quanto para notar que o tutor está tentando colocar algo a mais no “almoço” dele. Dessa forma, qualquer medicação será percebida pelo bichinho, que só vai comer se estiver com muita fome ou se o sabor do medicamento for agradável.

olfato dos gatos

Assim, é difícil “enganar” o felino para medicá-lo colocando o remédio no meio do alimento. O melhor é inseri-lo diretamente na boca, para evitar que fique sem tomar a medicação prescrita pelo médico-veterinário. 

Fonte : Petz

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8 brincadeiras para gatos de apartamento

Quem mora em prédios deve estar sempre pronto para proporcionar brincadeiras para gatos de apartamento. Afinal, esses animais têm espaço limitado e precisam de estímulo para se movimentar um pouco.

Isso é importante para a manutenção da saúde do pet, evitando que ele ganhe peso demais. Por isso, cabe ao tutor providenciar alguns brinquedos para gatos que sejam interessantes quando o bichinho estiver sozinho em casa.

Ao mesmo tempo, será preciso sempre inovar nas brincadeiras para gatos de apartamento com o objetivo de atrair a atenção do pet e aumentar a interação. Está preparado para se divertir ao lado do seu felino e caprichar nas brincadeiras para gatos? 

Então, veja dicas de atividades e objetos que você deve ter em seu apartamento para deixar o seu pet feliz! 

Dicas de brinquedos e brincadeiras para gatos de apartamento

Gatos de apartamento precisam de estímulos para se movimentarem. Por isso, o ideal é reservar, pelo menos, 30 minutos do dia para se divertir com o pet. Enquanto estiver em casa, prepare o local para as brincadeiras para gatos de apartamento. 

Veja dicas do que não pode faltar no seu lar para deixar a rotina do seu pet mais feliz e saudável! 

Arranhador

Se você tem um ou mais bichanos em casa, não pode deixar de comprar um arranhador. Na verdade, se for possível, adquira mais de um tipo diferente. No geral, esse item é uma boa maneira de incentivar as brincadeiras para gatos de apartamento enquanto você não estiver em casa.

Uma dica é ter, pelo menos, um arranhador alto com toca para gatos domésticos. Ele serve tanto para o pet afiar as unhas, quanto para subir, pular e até tirar uma soneca. Alguns têm brinquedos pendurados, sendo ótimas opções.

Os felinos também costumam adorar o arranhador de papelão. Você pode tanto comprar um desses em uma pet shop que vende acessórios para gatos, quanto fazer em casa. O que acha? 

Nichos

A verticalização da casa é uma boa opção para proporcionar alternativas de brincadeiras para gatos de apartamento. Os nichos feitos especialmente para eles formam verdadeiros caminhos suspensos pelo imóvel.

Os pets adoram subir, pular e se divertir ali. Afinal, além de exercitarem-se, eles podem colocar os instintos para agir sem sair de casa — ideal para quem tem um ou mais gatos! 

Bolinhas

Os gatinhos adoram bolinhas de todos os tipos, principalmente quando você é quem começa a brincadeira. Dessa forma, você pode tanto comprar bolinhas para gatos, quanto fazer bolinhas de papel. Jogue e interaja com o bichano. Ele vai adorar! 

Caixa de papelão

Se você tem esses bichinhos há bastante tempo em casa, sabe bem como eles amam caixas de papelão, não é? O que acha de transformar isso em brincadeiras para gatos de apartamento?

Abra um círculo em uma das laterais da caixa. Assim, além da abertura tradicional, terá mais esse círculo, que precisa ser, aproximadamente, do tamanho de um pires. Depois, pegue um papel qualquer, faça uma bolinha e amarre um barbante de 30 cm de comprimento. 

Convide o seu pet para entrar na caixinha. Do lado de fora, perto do círculo que você abriu, balance a bolinha. Ele vai gostar de caças! Aproveite e se divirta com o bichinho. 

Vareta

Outra maneira de brincar com o bichano é usar as varetinhas com brinquedinhos na ponta. Há várias alternativas, que vão desde bolinhas até ratinhos de tecido, por exemplo. Basta segurar na ponta da vareta, balançá-la na frente do pet e esperar ele caçá-la. Não há gato que resista a essa brincadeira! 

Catnip

Quer brincar com gato e deixá-lo muito feliz? Aposte na catnip. Também chamada de erva-dos-gatos, ela atrai os pets, que costumam cheirar e se esfregar na plantinha seca. Você pode tanto comprar brinquedos com esse ingrediente, quanto adquiri-lo em spray, ideal para borrifar pelo ambiente e fazer o seu gatinho feliz.

Movimente a mão

Seu gatinho está deitado e não quer saber de nenhum brinquedo? Coloque a sua mão por baixo da colcha e comece a mexer os dedos, de um lado para o outro. Se ele não estiver com muito sono, logo vai se animar e “caçar” a sua mão! Prepare-se para a bagunça! 

Caça-petiscos

Há algum petisco que o seu bichano adore? Caçar petiscos é uma brincadeira de gato que, além de divertida, é saborosa. Há vários brinquedos disponíveis nas lojas, nos quais você coloca a comidinha preferida do pet na parte interna. 

Para conseguir comer, ele tem que rodar a bolinha ou o objeto. Dessa forma, conforme o brinquedo se movimenta, o petisco cai no chão para o bichano comer. 

Essa é uma das brincadeiras para gatos de apartamento que você pode preparar antes de sair para o trabalho. Assim, saberá que, mesmo com você longe, o seu bichinho vai se divertir em casa. 

Fonte : https://www.petz.com.br/

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Comportamento dos gatos

Pode perguntar a qualquer tutor de gato que ele confirmará com certeza: quanto mais se descobre sobre esses incríveis felinos, mais fascinantes eles se tornam.
Habilidosos e com fama de autônomos e independentes, muito se dizia que o gato se apega ao local e não ao dono. Felizmente, hoje se sabe que isso não poderia estar mais distante da verdade. Estudos demonstram que os gatos se apegam, sim, ao dono e têm um espírito de companheirismo e amizade que faz com que sejam cada vez mais próximos dos humanos.
Veja a seguir algumas das particularidades desses animais tão únicos e como você pode ajudar a fazer com que a relação entre você e seu gato seja cada vez mais feliz e saudável.

Os tipos de comportamento dos gatos

  • Comportamento social

Os gatinhos nascem vulneráveis, são cegos, surdos e incapazes de andar. Mamam oito horas por dia, nas horas restantes dormem. A socialização do gato começa a partir da sua segunda semana de vida e geralmente está completa na sétima semana. É nessa fase que os sentidos e a inteligência do gato devem ser estimulados para auxiliar na formação do animal.

É fundamental também nesse período que o filhote tenha o máximo de contato com seus donos, criando as ligações afetivas entre gato e dono. Estudos mostram que gatos que não são acariciados por humanos e carregados no colo até os dois meses de idade costumam não permitir esse tipo de contato quando adultos.

Os gatos escolhem o local para dormir de acordo com a temperatura, que eles sentem de forma diferente de nós. Em geral os gatos gostam de ficar em locais quentes, como motores de carro, por exemplo.

  • Comportamento comunicativo

Os gatos se comunicam de várias maneiras diferentes, e estar atento a essas formas de comunicação ajuda a entender melhor o que se passa na cabeça do seu pet. A postura pode indicar o humor ou sentimentos do gato, além de movimentos com suas orelhas e bigodes, a forma de locomoção e diferentes tipos de vocalizações, que compõem uma variedade de sons, incluindo o famoso ronronar.

  • Comportamento alimentar

O primeiro alimento do gato é o leite e, já a partir da 4ª semana, ele começa a se interessar pelo alimento que sua mãe come, começando também a ingerir água fresca. Nessa fase, é importante apresentar ao gato diferentes tipos de ração para definir a que melhor se adequa a ele.

Quando adultos, eles fazem de 15 a 16 refeições por dia, comendo aproximadamente 8 gramas por vez. Já a água eles bebem moderadamente, o que torna importante estimulá-los a beber água para evitar problemas urinários no futuro. É recomendável distribuir vasilhas de água pela casa. Alguns gatos gostam de beber diretamente da torneira.

Outros comportamentos que também podemos observar no gato são o sexual, de locomoção, de agressão e o higiênico.

A relação entre gato e humano

Apesar de também serem sociais, os gatos têm uma natureza diferente da dos cães. Enquanto os cães tratam a família humana como “matilha”, os gatos tendem a considerar as pessoas como iguais ou parceiros de convívio no seu meio social.

Como tais, eles precisam que sua confiança seja conquistada.

É por isso que, ao adotar um filhote de gato, é importante deixá-lo à vontade para estudar e explorar o ambiente. É fundamental também educá-lo para que entenda os locais em que ele não deve trafegar, como por exemplo em cima de mesas enquanto você se alimenta. Assim ele entenderá que não pode passear pela mesa enquanto houver pessoas no recinto.

É importante também ter na sua casa brinquedos e acessórios que permitam aos gatos exercitar suas habilidades naturais, como a de caçar, com frequência, uma vez que eles deixaram de fazer isso ao serem domesticados.

Eles têm hábitos noturnos, podendo enxergar com seis vezes menos luminosidade que os humanos. Aliás, por serem muito sensíveis à luz, os olhos dos gatos possuem pupilas verticais que, quando totalmente abertas, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila do homem.

Mesmo domesticados e mais dependentes dos humanos, não deixam de lado o convívio com outros gatos, comportando-se de maneira mais instintiva. Esses comportamentos muitas vezes podem entrar em conflito com a domesticação, mas são totalmente naturais à espécie.

Em caso de distúrbios mais sérios de comportamento, deve-se procurar ajuda de um profissional especializado. Quanto mais informação você tiver em relação ao seu bicho de estimação, mais harmônica e saudável será a convivência com ele.

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Você sabe o que é criação indoor?

Você não sabe o que é criação indoor? Muito menos sabe a importância desse método? Saiba que ele prolonga a vida do seu animalzinho e o previne de tragédias e doenças. Veja Mais:

Peraí, que história é essa de criação Indoor? Vou te explicar melhor, veja só:

Gatos e cachorros são curiosos por natureza. Se enfiam em qualquer buraco em busca de aventuras, correm atrás de motoqueiros. Tudo vira novidade, até que acabem entrando em uma enrascada.

É importante sempre lembrar que cães e gatos são ingênuos quanto as maldades humanas e principalmente não possuem noção dos perigos que podem encontrar na rua.

Atropelamentos, envenenamentos, e até doenças como FIV, FELV e Esporotricose, o animal é passível de pegar quando possui livre acesso à rua, sem supervisão do seu humano.

Mas… O que é Criação Indoor?

De forma simples, a Criação Indoor é uma maneira de se criar o peludinho dentro de casa, sem acesso à rua. Para cães é mais comum que o acesso chegue até o quintal, mas é diferente para os felinos.

Para gatos o processo é mais complicado e o acesso ao quintal nem sempre é apropriado. Isso por que os bichanos são danados e conseguem ir pulando de canto em canto até que consigam acessar telhados, pular muros ou qualquer outra rota de fuga que chegue a rua ou a casa alheia.

No entanto há maneiras de proteger o gatinho do acesso à rua, sem ter que diminuir o espaço de convivência. Mas isso depende muito do espaço que tem e se é possível por exemplo telar o ambiente.

O que torna o apartamento muito mais fácil de adaptar para a criação indoor dos felinos que em casas térreas. O que não torna impossível ter gatos em casas, só demanda mais cuidados.

E nada é por acaso. É importante que entenda as vantagens da criação indoor e o quanto ela é importante para a saúde e vida do seu pet.

A importância da Criação Indoor

Criando seu pet indoor, ou seja, dentro de casa, a primeira coisa que evita são os atropelamentos. Não há como isso acontecer se ele estiver seguro no lar não é? Esse tipo de sofrimento você já sabe como evitar.

Outro fato importante sobre a criação indoor é que animal na rua pode invadir casas atrás de alimentos, correr atrás de motoqueiros, e dependendo do temperamento do pet, até morder quem passar.

Isso pode levar a um incomodo coletivo, e como sabemos, a maldade humana não se mede, e podem envenenar seu peludinho dando alimentos com tóxicos. Fora os gastos gigantescos com veterinários, internações e medicamentos para tentar salvá-lo, ninguém quer ver seu animalzinho partir!

Gatos e cães com acesso constante a rua, podem se perder e não conseguir voltar para casa. Isso é muito comum, e acabam ficando doentes, com fome e morando nas ruas, se não acontecer os fatos acima. Isso é muito triste e com a criação indoor, seu peludinho nunca passará por isso.

Doenças como Fiv e Fel, além de esporotricose podem ser evitadas. As Felv (leucemia Felina), pode ser transmitida através da saliva, a Fiv (AIDS felina) é uma DST e a esporotricose pode ser transmitida através do solo, espinhos de plantas contaminados e por outros animais que já a possuem através inclusive de brigas entre os animais.

Não é por que seu animal “sempre” volta e que nada disso ainda não tenha acontecido, que estão livres dos perigos da rua! Há muitos outros fatores que já pode imaginar como as citadas. Então siga algumas das dicas abaixo e proteja se amiguinho.

Proteja o seu Peludinho dos Perigos da Rua

Se você mora em apartamento é muito mais fácil: basta telar TODAS as janelas, inclusive aquela pequena que acha que o bichano não passa (por que ele dará um jeito de passar), e pronto. É só ficar atento na hora de entrar e sair para que ele não escape pela porta enquanto ninguém vê. Em casos de apartamentos, telar é muito mais que criação indoor, a altura também é um fator preocupante!

Para quem mora em casa talvez seja um pouco mais complicado, mas não impossível!
Se possui muros altos, sem acesso fácil para outros telados, verifique se os portões possuem vãos e os tele. Isso para cães basta. Para gatos, se os muros forem baixos, com fácil acesso à rua ou telhados, ou tele toda a extensão ou mantenha o animal apenas dentro de casa. A Hélice Cat tem a solução…. com o perfil giratório em sua hélice, ela dificulta o apoio do gato no último movimento da fuga.

Mas se não quiser tirar o solzinho da tarde do bichano, pode também fazer um gatil na área externa, no caso do gatos que conseguem subir em qualquer lugar e precisam ser contidos.

Também não pode esquecer que para cães passeios constantes são necessários e os ajudam a gastar energia. Criação indoor é sinônimo de segurança, mas sem esquecer das necessidades de cada pet. Um ar puro de vez em quando não faz mal.

E não, seu pet não vai ficar triste se ficar em casa, ao contrário, vão adorar estar sempre por perto, quentinhos e limpos. Peludinho protegido, de barriga cheia e com garantia de vida longa, falta mais o que? Carinho na barriga é claro!

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Gravidez é motivo para abandono de gatos? Veja os mitos, cuidados e como fazer a adaptação correta

O abandono de animais – especialmente de gatos – durante a gravidez é mais comum do que se imagina. Alguns médicos fazem essa recomendação porque acreditam que o contato direto com felinos na gestação pode trazer riscos à saúde da mãe e do feto. A toxoplasmose na gravidez, assim como a alergia a gato, são as principais preocupações. Mas será que isso realmente deve ser um motivo para doar o pet? A grávida pode ter gato tomando todos os cuidados?

Uma coisa é certa: o abandono de animais está longe de ser a melhor opção. Para entender melhor os cuidados que são necessários nesse momento e qual a melhor forma de apresentar o bebê ao(s) seu(s) gatinho(s), preparamos uma matéria com tudo que você precisa saber sobre o assunto. Veja abaixo!

Grávida pode ter gato, ou isso é um problema?

Como muitos sabem, a toxoplasmose – também conhecida como a doença do gato – é um dos maiores motivos para as mulheres grávidas pensarem em abandonar seus bichinhos de estimação. Por isso, para responder a essa pergunta, nós conversamos com o médico veterinário Igor Borba , de Belo Horizonte, que afirma: “A grávida pode ter gato sim. Quando a mulher descobre a gravidez, não precisa abandonar ou doar o seu gato com receio de se contaminar ou contaminar o feto”. Então qual é a relação entre os felinos e a toxoplasmose na gravidez?

Antes de tudo, é preciso entender como funciona o ciclo da toxoplasmose. A doença é causada por um parasita chamado Toxoplasma gondii. Conforme o profissional explica, trata-se de um parasita intracelular que obrigatoriamente precisa de outro ser vivo para sobreviver e se multiplicar. Esses seres vivos, por sua vez, são denominados hospedeiros, que podem ser definitivos ou intermediários. Os felinos são considerados os hospedeiros definitivos da doença, então é basicamente onde o Toxoplasma se divide e se multiplica, formando os oocistos (ovos) que são eliminados junto com as fezes no período de uma a duas semanas após a contaminação.

“Quando os oocistos entram em contato com o meio ambiente por 24 a 72 horas, eles se tornam oocistos esporulados (esporozoítos). Apenas os esporozoítos são capazes de contaminar o segundo tipo de hospedeiros, que são os intermediários (humanos, pássaros, roedores e outros animais, como bovinos e suínos), e contaminar novamente os felinos, formando novos oocistos que sairão nas fezes e vão se reproduzir no ambiente. Nos hospedeiros intermediários, os esporocistos se transformam em taquizoítos e não causam grandes problemas em humanos com a imunidade ativa, mas podem ser bastante perigosos para quem tem imunidade baixa. No caso de mulheres grávidas, os taquizoítos conseguem passar pela barreira placentária e se alojar no feto em formação, podendo causar mau formação fetal ou aborto”, explica Igor.

Quais são os riscos da toxoplasmose na gravidez?

Toxoplasmose, gravidez: essas palavras definitivamente não funcionam juntas. No entanto, é importante desmistificar a ideia de que os gatos são os grandes responsáveis pela transmissão da doença, já que existem outras formas de contaminação. “Para a gestante se contaminar com toxoplasmose, ela deve ingerir o agente Toxoplasma gondii na forma de taquizoíto ou de oocistos esporulados. A primeira forma está relacionada à ingestão de alimentos mal preparados, como carnes bovinas, suínas e aves com cozimento inadequado, onde ocorre a ingestão dos taquizoítos ainda vivos dentro da musculatura”, revela o médico veterinário.

Já no caso do oocisto esporulado, a contaminação pode acontecer por meio da ingestão de verduras e legumes mal lavados contendo os ovos do parasita. Também pode ocorrer o contágio pela ingestão de fezes do felino infectado por Toxoplasma gondii, de uma a duas semanas após a sua contaminação. Nesse caso, as fezes expostas no ambiente por 24h a 72h são um verdadeiro perigo. Mas atenção: não é todo gatinho que vai contrair e transmitir a doença, viu? É o que Igor ressalta: “Os felinos domiciliados que não possuem contato com ambiente externo nem com outros animais que tenham contato com o meio externo possuem poucas ou nenhuma chance de ser um transmissor de Toxoplasma gondii”.

Ainda assim, é normal que haja uma preocupação constante com a mulher grávida nesse período. Por isso, uma recomendação do médico veterinário é criar o costume de descartar as fezes dos felinos com menos de 24h após eles terem usado a caixa sanitária. “Ao descobrir que está grávida, se a mulher estiver com medo do seu gato ser um portador da doença, o mais aconselhável é procurar um veterinário para fazer todos os exames necessários no seu animal antes de tomar qualquer decisão mais drástica, como doá-lo”.

A toxoplasmose na gravidez não é um risco, desde que tenha todos os cuidados

A alergia a pelo de gato é um problema para a mulher grávida?

Reações alérgicas podem acontecer por vários motivos, e um deles é a alergia a pelo de gato. Mas será que isso deve servir como um impeditivo para ter um bichano em casa? Segundo Igor, a mulher não se torna automaticamente alérgica ao gato depois que engravida, mas pode manifestar os sintomas em uma intensidade maior do que uma mulher que não está grávida. Também é necessário entender que a alergia não é ao gato como um todo, mas a uma proteína produzida pela saliva do animal, chamada Fel d1 (ou dander). Quando os felinos realizam a autolimpeza com a língua, acabam espalhando essa proteína pelo seu corpo, o que pode desencadear reações alérgicas nos humanos mais sensíveis.

“As mulheres quando estão grávidas não se tornam intolerantes à proteína Fel d1, porém os sinais clínicos ficam mais evidentes e graves. Pode ocorrer alergia a gato na pele com coceira, vermelhidão nos olhos, lacrimejamento, coriza nasal. Com isso podemos entender que a mulher não se tornou alérgica à saliva do gato com a gestação. Na verdade, ela já possuía alergia, mas em uma intensidade menor”, conta o especialista.

Felizmente, existem algumas práticas que podem ser adotadas no dia a dia para amenizar a alergia a gato em grávidas. A primeira é buscar a ajuda de um médico alergologista para saber se há a necessidade de medicamentos antialérgicos. Outras medidas que também podem ser incluídas, de acordo com Igor, são:

• Hábitos de escovação dos felinos por outra pessoa que não seja a grávida para retirar mecanicamente os pelos mortos e assim reduzir a quantidade da proteína sobre o animal;
• Passar panos úmidos ou aspirador diariamente na casa;
• Delimitar espaços, não deixando que o felino durma na cama dos tutores quando houver sinais de alergia a pelo de gato;
• Já existem rações, como a Live Clear de Purina Pro Plan, que ajuda a reduzir os alérgenos no pelo do gato, tornando a convivência com pessoas alérgicas muito mais agradável.

Quanto às crianças, existe um grande benefício para quem convive com felinos desde cedo: elas fortalecem o sistema imunológico e têm menos chances de ter alergias ao longo da vida. “Quando a criança cresce tendo contato não só com os felinos, mas com qualquer outro animal, adquire um melhor desenvolvimento físico e imunológico. Ocorre a formação de barreiras imunológicas, deixando essa criança mais resistente a alergias e outras doenças”.

Grávida pode ter gato, mas precisa de alguns cuidados

As mulheres grávidas, assim como qualquer pessoa que tenha um bichinho de estimação, precisam ser cautelosos com a saúde do pet. Por isso, o acompanhamento veterinário é imprescindível.

No caso da toxoplasmose na gravidez, o médico veterinário enfatiza que o gato não é o vilão e está longe de ser o único transmissor da doença. Algumas práticas de higiene pessoal devem ser tomadas para evitar o seu contágio, como: lavar sempre bem as mão e os alimentos, sempre que cozinhar um alimento – como carnes – se assegurar que não está crua ou mal passada por dentro, fazer a ingestão apenas de água potável, não deixar que as fezes do seu gato fiquem por mais de 24 horas na caixa sanitária dele (e sempre que removê-las, lavar bem com água corrente e sabão tanto os utensílios quanto as mãos).

Gravidez e gato: como preparar o animal para a chegada do bebê?

Agora que você já sabe que grávida pode ter gato e o abandono de animais não é a solução, chegou a hora de aprender como preparar o “terreno” para a chegada do novo membro da família. Para tirar as principais dúvidas sobre a adaptação e socialização do gato com o bebê, nós entrevistamos a médica veterinária Renata Bloomfield, que é especializada em comportamento animal. De acordo com a especialista, a primeira providência que a mãe deve ter é levar o gato ao veterinário para fazer um exame de toxoplasmose e descartar essa doença de vez, assim como verificar a saúde geral do pet. Quanto às questões comportamentais, o ideal é fazer tudo com calma, paciência e, principalmente, com muito carinho.

“É importante agir naturalmente, porque o gato – assim como todo animal – é muito curioso. Ele vai sentir a mudança dos móveis novos (do bebê) com cheiros diferentes, e vai querer entrar no quarto para se identificar com o ambiente e deixar o seu cheirinho ali. É natural o comportamento de ficar se esfregando nos móveis, no berço, nos brinquedos”, explica Renata.  Os felinos gostam de marcar seu território, e isso faz com que eles se sintam mais à vontade em um determinado lugar. Por isso, o ideal é incentivar ainda mais essa aproximação do bichano com o quartinho do bebê para ele não se sentir um intruso no local. 

Uma boa ideia, como a própria comportamentalista lembra, é colocar um arranhador para gatos por perto: “O bichano vai querer deixar o cheiro dele no ambiente. Então o arranhador é o melhor acessório para isso. Existem uns modelos que vêm até com uma caminha em cima, e aí o gato pode ficar ali no cantinho dele, mas sempre de olho no que está acontecendo e fazendo parte de tudo. É o que ele quer: participar dessa família que está crescendo”. 

Apesar de serem bastante limpinhos, também é importante escovar a pelagem do animal regularmente. “Isso ajuda a diminuir a quantidade de pelos no quarto da criança. Se é um gato caseiro, que não sai para a rua, é importante deixar o livre acesso desses animais pela casa durante a gestação para que ele possa se familiarizar com a situação e todas essas mudanças”. 

Como fazer a socialização do gato com o bebê do jeito certo?

Os gatos costumam “conhecer” tudo ao redor deles pelo faro. Devido a essa sensibilidade, uma das principais dicas da comportamentalista Renata é separar um paninho que o bebê tem contato e dar para o animal cheirar. Ou seja, sempre que você for trocar a roupa de cama do bebê, por exemplo, é só separar um lençol e entregar para o bichano se acostumar com esse novo cheiro. “O ideal é que tudo isso seja feito de uma forma calma, tranquila, com amor e sem forçar ambos os lados. Não adianta brigar com o gato se ele bufar, porque é uma coisa nova para ele. É entender que o bichinho também tem o seu próprio tempo, então tudo tem que ser feito com muito carinho e sem brigas, até mesmo para o gato não associar a chegada do bebê a uma coisa ruim”.

Além disso, uma outra opção que pode ajudar nessas horas é o uso de feromônios para acalmar o bichano e deixá-lo mais amigável, especialmente perto de onde o bebê dorme. “Tem que deixar o gatinho fazer parte do que está acontecendo, então ele também precisa ter um cantinho no quarto da criança. Evite brigar com o gato e trate o animal sempre com carinho, mesmo que seja para colocá-lo para fora do quarto. Acho saudável a relação que é construída entre o gatinho e o bebê, embora muitos médicos sejam contra. Deixar o gato fazer parte da rotina do bebê e ver eles crescerem juntos é lindo”, aconselha Renata.

A melhor dica é se aconselhar com o seu obstetra ou com o pediatra do bebê para entender como agir. A opinião de um veterinário de confiança também deve ser levada em conta. O abandono do gato não deve ser uma opção, já que é possível conviver em segurança com um bichinho de estimação, desde que a família tome os devidos cuidados.

Redação: Juliana Melo

Site: https://www.patasdacasa.com.br/

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Porque Gato não gosta de água?

Saiba as razões pelas quais a maioria dos gatos não gosta de água

Nem todos, mas a grande maioria dos gatos não gosta de água. Gatos que tiveram experiências positivas em torno e na água, especialmente durante o seu período de socialização chave (entre 3 e 8 semanas de vida) tem boa relação com a mesma. Além disso, algumas raças específicas amam água! É importante tratar seu gato sem nenhuma expectativa e entender como ele vai lidar com cada coisa que for apresentada a ele.

Muitos gatos evoluíram para não gostar de água.

Acredita-se que os gatos foram domesticados 9.500 anos atrás no Oriente Médio. Eles cresceram no clima árido do deserto e não foram expostos a rios, lagos e chuva. Dessa forma, os gatos evoluíram evitando contato com água. Mesmo os gatos de rua muitas vezes procuram abrigo contra chuva e tempestades. Esconder-se da água tornou-se um instinto natural para os gatos atuais.

Nem todo gato não gosta de água. E é importante socializar o bichano com a água ainda filhote.

Isso não é regra para todas as raças, já que algumas delas gostam de estar na água devido ao seu próprio processo evolutivo. O Van Turco e o Angorá Turco, por exemplo, são conhecidos por seu amor pela água e pelas habilidades de natação. Eles se adaptaram ao seu clima na região do Lago Van, na Turquia, mergulhando seus pelos no verão para nadar e pescar. Outras raças que são mais propensas a desfrutar da água são o Bengal, Maine Coon e Bobtail Americano.

Gatos são sensíveis à perfumes

Os gatos têm um extraordinário olfato, 14 vezes mais sensível que o nosso. Os aromas fortes associados a xampus e condicionadores podem contribuir para a aversão dos gatos à água e aos banhos. Alguns também especularam que seu gato pode não gostar do cheiro de componentes químicos da água da torneira.

Os gatos adoram estar limpos e aquecidos

Os gatos são meticulosos em sua limpeza natural e passam grande parte do tempo cuidando de si mesmos, mantendo a pele limpa, desembaraçada e bem condicionada. Além disso, eles também mantêm uma temperatura corporal mais alta. E a limpeza ajuda a manter e regular a temperatura corporal.

Quando a pelagem de um gato fica encharcada, se torna bem pesada, e retornar ao estado seco e aquecido é difícil e demorado. A pelagem molhada também pode fazer com que o gato se sinta lento e não tão ágil como o habitual. Por isso, fica com a sensação desconfortável de não conseguir sair rapidamente de uma situação.

Aversão à Água

A experiência de muitos gatos com a água não é positiva por isso é compreensível que muitos gatos não gostem de água. Por exemplo, ficar preso em um aguaceiro sem abrigo, ser borrifado com água, e banhos forçados. Por isso, a socialização desse contato quando eles ainda são filhotes é tão importante.

Gatos precisam de banhos?

Como mencionado, os gatos fazem um trabalho maravilhoso de se manterem limpos. Eles podem passar até 40% do dia se limpando, então você pode nunca precisar dar banho em seu gato.

Os gatos podem precisar de um banho devido a problemas de pele. Enquanto os gatos idosos, artríticos e com excesso de peso podem ter dificuldade em alcançar certas partes do corpo. Além disso, um banho também pode ser necessário se o gato rolar em algo pegajoso ou fedorento.

Como fazer o meu gato gostar de banho?

Antes do banho

Primeiramente, acostume o gato ao espaço que será dado o banho. Depois, tente familiarizar ele à banheira semanas antes do banho. Coloque seu gato na banheira sem água e coloque brinquedos e alguns petiscos para que ele faça associações positivas com o local.

Uma vez que seu gato esteja confortável em brincar e comer petiscos na pia ou na banheira, encha com um pouco de água morna e espalhe brinquedos  para que ele possa se divertir com isso. Incentive seu gato a brincar com os brinquedos e reforce com elogios e petiscos quando ele faz.

Quando finalmente for dar o banho, tenha tudo pronto e à mão. Isso inclui xampu para gatos, petiscos especiais e brinquedos que seu gato adora, toalhas quentes, um copo para derramar água sobre seu gato e uma superfície antiderrapante, como tapete de banho ou uma toalha para colocar na pia ou banheira para o seu gato ficar em pé.

Crie um ambiente calmo. Feche a porta e mantenha os ruídos ao mínimo. Fique calmo e fale suavemente. Se o seu chuveirinho ou torneira é muito forte, lave o seu gato com xícaras de água. Se você está estressado, seu gato estará também! Se manter calmo é muito importante.

Durante o banho

Use contenção mínima e distrações positivas. Evite scruffing e segurando o seu gato para baixo. Em vez disso, seja gentil, observe a linguagem corporal do seu gato e forneça distrações positivas, como um deleite especial espalhado e / ou um brinquedo de varinha.

Tenha muito cuidado para não jogar água no rosto ou molhar os ouvidos ou os olhos. Evite lavar os bigodes. Os bigodes de gato são o local onde muitos dos receptores de toque do gato estão localizados e é natural que eles odeiem receber nesses receptores água, comida e sujeira. Além disso, é importante enxaguar bem o shampoo para evitar irritações na pele.

Depois do banho

Primeiro, gentilmente levante o seu gato para fora da água e imediatamente embrulhe em uma toalha seca e quente para secar. Ou, se seu gato não gostar de ser carregado, deixe a água escorrer e seque com a toalha enquanto ainda estiver na banheira. Seu gato pode terminar de secar naturalmente em poucas horas e enquanto isso, eles devem ser mantidos aquecidos e longe de correntes de ar. Por fim, encerre esse momento do banho com carinhos, uma sessão de brincadeiras e com o petisco favorito do seu gato!

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Seu Gato é agressivo durante o carinho?

Gato agressivo durante o carinho é muito comum e está entre as maiores frustrações de donos de gatos. Dos vários tipos de agressão de gatos, nenhum confunde, frustra e assusta tanto quanto a agressão durante o carinho.

O gato implora por atenção e ama as carícias, mas logo depois te morde e dá alguns golpes. Gatos usam agressividade para interromper interações, como carinho, quando você move/levanta ele ou se aproxima de repente. É um comportamento muito comum em gatos, mas você pode treinar o seu para corrigi-lo.

Por que seu gato é agressivo durante o carinho?

Ao contrário dos cães, os gatos geralmente têm baixa tolerância para serem acariciados e podem ficar super estimulados rapidamente. O tempo que leva para o carinho ir de agradável a desconfortável varia de gato para gato. Mas quando chega a esse ponto, o gato reage quase como se estivesse sendo ferido ou com dor.

Geralmente o comportamento de gato agressivo durante o carinho é mais comum entre gatos jovens e enérgicos. Que foram tirados precocemente da cama ou deixados sozinhos por longos períodos durante o dia.

Bater no gato piora a agressividade, já que a maioria dos gatos vê a correção física como um desafio. Sendo assim, ele pode se tornar ainda mais agressivo durante as sessões subsequentes de carinho.

A agressão durante o carinho pode ser explosiva e perigosa, especialmente para crianças pequenas. Aprenda a identificar e evitar situações que possam levar a esse comportamento.

A manipulação do corpo dos gatos pode deixá-los desconfortáveis e por isso eles atacam para interferir na interação.

Descartar causas médicas

Primeiramente, descarte qualquer causa médica. Existem algumas condições médicas que podem fazer com que um gato se torne agressivo, e você deve descartá-las antes de tentar modificar o comportamento do seu pet.

Peça que seu veterinário verifique se há sinais de artrite, lesão ou problemas dentários, para garantir que não seja uma dor física que esteja fazendo com que seu gato rejeite agressivamente suas carícias.

Sinais de agressividade em gatos

A Comunicação felina varia um pouco entre os gatos, assim como a fala humana pode incluir sotaques diferentes ou coloquialismos. Mas, a linguagem corporal oferece pistas sobre o que seu gato pretende fazer:

  • Rabo ativo e orelhas viradas para baixo indicam um ataque próximo.
  • Dilatação súbita das pupilas do gato indica excitação.
  • Aumento da frequência cardíaca (que você pode sentir se o gato estiver no seu colo) indica que o gato está em alerta.
  • Os ronrons que fazem a transição para rosnados baixos avisam para recuar.
  • A pele ondulante nas costas sugere irritação.

Qualquer sinal ou combinação de sinais significa que o gato pode arranhar ou morder.

Como parar com a agressividade durante o carinho

Seu gato continuará a usar mordidas e arranhões para controlar a interação. Torne esses comportamentos desnecessários evitando situações que os estimulem e gerencie as circunstâncias para que o gato nunca tenha a chance de morder ou empunhar suas garras.

Seja consistente, se você desistir antes de estabelecer as regras básicas para acariciar e agredir, você pode ter que começar o condicionamento do zero.

E lembre-se, os maus comportamentos de um animal de estimação muitas vezes pioram antes de serem eliminados por completo. Os especialistas em comportamento chamam isso de explosão de extinção e, quando isso acontece, significa que você está no caminho certo.

Limites do carinho

Os gatos aceitam carinho de outros gatos na cabeça e no pescoço. Mas os movimentos no corpo inteiro que um humano aplica podem parecer inaceitáveis ​​e deixar o gato inquieto ou desconfortável. É esse sentimento de desconforto que estimula a mordida.

Limite as suas carícias à cabeça do gato ou à nuca. Em seguida, identifique seu limite de carinho. Em outras palavras, conte o número de carícias que seu gato te permite antes de atacar; Preste muita atenção à sua linguagem corporal para que você possa parar o carinho antes que o gato morda.

Pode ser três afagos, cinco ou mais. Depois de identificar o limite, pare antes que o gato ataque para controlar a interação. Essa é a chave para reverter esse comportamento: deixar o gato saber que você está no comando da situação.

Quando você atingir o limite de carícias, se o gato estiver sentado em seu colo, não o empurre ou ele poderá agarrar você em uma tentativa de atacar suas mãos. Para terminar as carícias, simplesmente levante-se e despeje o gato sem tocá-lo. Não interaja com o gato, que pode chorar para chamar sua atenção. Outros gatos nessa situação podem simplesmente fugir e ficar de mau humor.

Use o reforço positivo

O objetivo nessas situações é ensinar ao gato que todas as coisas boas da vida (brincadeira, comida, atenção) devem ser conquistadas e que você dá as ordens. Então, recompensas podem ser usadas ​​para motivar o gato a responder adequadamente.

Por exemplo, ensine o gato a “entrar” usando a hora do jantar a seu favor. Antes que o gato chegue na tigela de comida, diga “venha” com uma voz alegre e forte e, em seguida, abra a lata, agite o saco de ração ou pegue o pote de comida. Quando o gato obedecer, recompense-o com o petisco ou pote de comida.

Use um petisco ou brinquedo para atrair seu gatinho para longe da mobília ou para fora do caminho, em vez de empurrá-lo ou levantá-lo, o que coloca suas mãos dentro da zona de perigo. Diga “saia” e jogue o petisco no chão.

Dessensibilização

Finalmente, se você gosta, você pode dessensibilizar seu gato agressivo e melhorar sua tolerância ao carinho. Se ele permitir três carícias antes de suas orelhas virarem para baixo e sua cauda agitar, ​​adicione mais um carinho; então pare e tire o gato do seu colo antes que ele possa morder. Ao adicionar um afago a cada semana, com o tempo, você pode aumentar seu limite evitando os ataques.

Conte pra gente se o seu gato agressivo acalmou com o treinamento de dessensibilização! É preciso paciência e persistência para conseguir!

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Cuidado com as famosas “voltinhas”

Monitoramento via GPS mostra que gatos dão ‘voltinhas’ imensas na madrugada Você vai dormir e acha que seu gato simplesmente descansa na caminha curtindo uma boa soneca a noite inteira, verdade? Isso não poderia estar mais longe da realidade, segundo aponta uma pesquisa feita pelo serviço australiano Central Tablelands LLS. Usando monitoramento por GPS, a empresa descobriu que alguns animais chegam a se afastar até três quilômetros de casa durante a noite, e eles dificilmente se contentam apenas com um passeio inocente pelo quintal – obviamente, os animais pesquisados não tinham grades de proteção nas janelas de casa.